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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou neste domingo (1) um perdão para seu filho Hunter Biden, que havia sido condenado por acusações federais de posse ilegal de armas e se declarado culpado por evasão fiscal. A decisão é uma mudança significativa, já que o presidente havia anteriormente afirmado que não concederia perdão ou clemência a seu filho, de 54 anos.
Biden, em uma declaração oficial, afirmou que a ação foi tomada após observar o tratamento “seletivo e injusto” enfrentado por Hunter, destacando que a decisão foi influenciada pela “politização” do caso. Ele também argumentou que seu filho foi perseguido apenas por ser seu filho, o que, segundo o presidente, constitui uma injustiça.
Hunter Biden havia se declarado culpado de fraude fiscal, totalizando US$ 1,4 milhão, e foi condenado por três acusações federais de posse de armas enquanto viciado em drogas. O presidente alegou que, em outros casos semelhantes, as pessoas são tratadas de forma menos severa, e que a perseguição a seu filho é um exemplo de como a política tem interferido na justiça.
A decisão de Biden ocorre em meio a uma crescente especulação sobre um possível perdão, após as eleições de 2024, com muitas dúvidas sobre como o processo político poderia afetar a situação jurídica de Hunter. O perdão abrange todos os crimes cometidos por Hunter Biden entre 1º de janeiro de 2014 e 1º de dezembro de 2024.
O caso também gerou reações de opositores, incluindo do ex-presidente Donald Trump, que criticou o uso político do sistema judicial, reafirmando a necessidade de “restaurar o devido processo para todos os americanos.”
Hunter Biden estava prestes a ser sentenciado nos próximos dias, mas agora, com o perdão, sua situação legal foi resolvida, conforme a decisão do presidente. O perdão concedido também indica uma possível mudança nas prioridades do governo Biden no tocante ao tratamento de questões jurídicas envolvendo familiares de figuras políticas.