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Impeachment fracassado: Yoon Suk-yeol permanece no poder na Coreia do Sul

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A tentativa de destituir o presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, fracassou neste sábado (7) na Assembleia Nacional devido ao boicote do partido governista à medida.

A iniciativa, apresentada pela oposição, buscava inabilitar Yoon após a declaração de lei marcial na última terça-feira (3). No entanto, apenas 195 dos 300 parlamentares participaram da votação, número insuficiente para validar o resultado.

O debate sobre a moção começou por volta das 18h (horário local), após a saída de quase todos os deputados do governista Partido do Poder Popular (PPP), com exceção de dois membros.

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Investigação contra primeira-dama rejeitada

Antes da votação pela destituição, a Assembleia debateu outra proposta, que buscava iniciar uma investigação contra a primeira-dama, Kim Keon-hee, por suspeita de corrupção. A medida também foi rejeitada, recebendo 198 votos a favor e 102 contra. Apenas seis membros do PPP votaram contra a orientação do partido, que havia decidido rejeitar ambas as propostas.

A oposição, liderada pelo Partido Democrático (PD) e mais cinco legendas, apresentou a moção de destituição na quarta-feira (4), após Yoon surpreender ao decretar lei marcial na noite de terça-feira. O presidente acusou a oposição de realizar “atividades antiestatais” e de agir como “forças pró-Coreia do Norte”.

Apesar disso, a lei marcial foi revogada poucas horas após sua implementação, graças a uma votação no Parlamento que contou com apoio de membros da oposição e de alguns dissidentes do PPP. Durante o breve estado de exceção, forças policiais e militares tentaram bloquear o acesso ao Parlamento e tomar o controle da Assembleia.

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Protestos populares pedem renúncia de Yoon

Simultaneamente à votação, milhares de pessoas protestaram em frente ao Parlamento exigindo a renúncia ou destituição de Yoon Suk-yeol. Segundo a polícia, cerca de 150 mil pessoas participaram da manifestação, enquanto os organizadores afirmaram que o número chegou a 1 milhão, de acordo com a agência Yonhap.

Uma manifestação menor também ocorreu em apoio ao presidente, mas com participação significativamente inferior.

Os protestos acompanharam atentamente o andamento das discussões dentro da Assembleia Nacional.

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(Com informações de agências)

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