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Trump sobre alta do petróleo: “Preço pequeno a pagar pela paz mundial”

(Official White House Photo by Daniel Torok)

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (9) que a alta nos preços do petróleo registrada após o início da ofensiva militar contra o Irã representa “um preço muito pequeno a pagar” para garantir a segurança do país e do mundo.

Em postagem na sua plataforma Truth Social, Trump escreveu:

“O aumento de curto prazo nos preços do petróleo, que cairão rapidamente quando a ameaça nuclear do Irã for neutralizada, é um preço muito pequeno a pagar pela segurança e paz dos Estados Unidos e do mundo. Só os tolos pensariam o contrário!”

O barril de crude West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado norte-americano, ultrapassou os US$ 100 pela primeira vez desde 2022, chegando a quase US$ 110 em meio à preocupação internacional com a escalada militar no Oriente Médio. O Brent, principal referência global, também superou US$ 105, com alta de até 15% em relação aos dias anteriores.

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O aumento ocorre no contexto da guerra entre EUA, Israel e Irã, que provocou o fechamento parcial de rotas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, e reduções na produção de petróleo em países do Golfo Pérsico.

Trump garantiu que a alta será temporária e reiterou que os preços vão “cair rapidamente” assim que a ameaça nuclear iraniana for desmantelada. Ele afirmou ainda que aqueles que discordam de sua visão “são tolos”, em referência às críticas sobre o impacto da guerra no custo de vida e na economia norte-americana.

A declaração do presidente ocorre após os principais índices de Wall Street registrarem queda próxima a 1,5%, refletindo a volatilidade gerada pela crise petrolífera e pela incerteza geopolítica. Desde o início dos combates há uma semana, o preço médio da gasolina nos EUA subiu 16%, alcançando US$ 3,45 por galão.

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O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, afirmou que a administração não planeja atacar diretamente a infraestrutura petrolífera iraniana, diferentemente dos recentes bombardeios israelenses sobre depósitos de combustível em Teerã. Wright disse que as alterações na oferta de petróleo devem ser de curta duração e descartou um cenário de escassez energética no hemisfério ocidental.

“No pior cenário, isso vai durar algumas semanas, não meses”, afirmou, destacando que a oferta global continua suficiente para atender à demanda.

Além disso, a administração norte-americana iniciou negociações com empresas de navegação para garantir a segurança de navios que cruzam o Golfo Pérsico, incluindo a possibilidade de escoltas militares para os primeiros cargueiros que retomarem o tráfego. Entre outras medidas, a Casa Branca avalia a liberação parcial de sanções a produtores russos e a criação de mecanismos de reasseguro para o comércio de hidrocarbonetos.

O Irã, responsável por cerca de 4% da produção global de petróleo, continua exportando principalmente para a China, apesar das restrições impostas pelas sanções internacionais. A escalada das tensões também reacendeu temores de ataques a infraestruturas energéticas de países vizinhos, como o recente ataque sabotagem à refinaria saudita de Shaibá, que produz cerca de 1 milhão de barris por dia.

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O impacto do conflito já é sentido nos mercados internacionais e no bolso dos consumidores americanos. Apesar disso, Trump mantém que a prioridade é eliminar a ameaça nuclear iraniana e que o impacto econômico será temporário frente ao objetivo estratégico de garantir maior segurança global.

(Com informações da AFP, EFE e Europa Press)

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