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Trump zomba de “tapa” de Brigitte em Macron, e presidente da França reage

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O presidente da França, Emmanuel Macron, reagiu com irritação às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fez piadas sobre seu casamento durante um evento oficial na Casa Branca, ampliando o clima de tensão entre Washington e aliados da OTAN.

Durante um almoço de Páscoa, Trump ironizou um vídeo que viralizou no ano passado, no qual a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, aparenta empurrar o rosto do presidente ao desembarcarem no Vietnã. Em tom de deboche, o republicano afirmou que Macron ainda estaria “se recuperando” do episódio e chegou a imitar um suposto sotaque francês ao relatar uma conversa entre os dois sobre apoio militar no Golfo.

Nesta quinta-feira, Macron classificou os comentários como inadequados. Segundo ele, as declarações “não foram elegantes nem à altura” do cargo.

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A fala de Trump gerou forte reação na França, inclusive entre opositores de Macron. A presidente da Assembleia Nacional, Yael Braun-Pivet, criticou o tom do presidente americano, destacando que o mundo vive um momento delicado, com impactos diretos sobre milhões de pessoas.

Até mesmo o opositor Manuel Bompard saiu em defesa do presidente francês, classificando como “absolutamente inaceitável” a forma como Trump se referiu a Macron e à sua esposa.

O episódio ocorre em meio ao aumento das tensões internacionais provocadas pelo conflito com o Irã. Em discurso posterior, Trump afirmou que os Estados Unidos estão “muito próximos” de encerrar a guerra e ameaçou intensificar ataques, prometendo atingir o país com força nas próximas semanas.

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O presidente americano também voltou a pressionar aliados europeus para que assumam maior protagonismo na segurança do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Segundo ele, os países que dependem da via deveriam “assumir o controle e protegê-la”.

Macron, por sua vez, rejeitou a ideia de uma intervenção militar para garantir a reabertura do estreito, afirmando que a medida seria irrealista e poderia ampliar os riscos na região.

A resistência de países europeus em apoiar diretamente a operação militar tem ampliado o desgaste nas relações transatlânticas. Trump chegou a classificar a OTAN como um “tigre de papel” e sugeriu rever o papel dos Estados Unidos na aliança.

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A tensão também atingiu o Reino Unido. O presidente americano criticou o primeiro-ministro Keir Starmer, afirmando que ele “não é Winston Churchill”, além de minimizar a capacidade militar britânica ao comparar seus porta-aviões com os dos EUA.

Há relatos da imprensa internacional de que Washington teria ameaçado reduzir o apoio militar à Ucrânia como forma de pressionar aliados a aderirem a uma coalizão para proteger o Estreito de Ormuz. Após a pressão, países como França, Alemanha e Reino Unido divulgaram um comunicado conjunto sinalizando disposição para contribuir com a segurança da rota.

Enquanto isso, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, deve viajar a Washington nos próximos dias para tentar conter a escalada da crise diplomática.

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O cenário global se agrava com o impacto econômico do conflito. O fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã elevou os preços do petróleo, que se aproximam de US$ 200 por barril, aumentando o risco de recessão mundial.

Paralelamente à crise diplomática, o episódio envolvendo Macron e sua esposa voltou a ganhar repercussão. O vídeo, gravado pela Associated Press, mostra o momento em que Brigitte parece empurrar o rosto do presidente ao desembarcarem no Vietnã.

Inicialmente, o Palácio do Eliseu negou a autenticidade das imagens, mas posteriormente confirmou o episódio, classificando-o como uma “brincadeira” entre o casal. Aliados minimizaram o caso, afirmando tratar-se de um momento descontraído antes de compromissos oficiais.

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Apesar disso, o vídeo voltou a circular nas redes sociais, impulsionado por contas críticas ao presidente francês, reacendendo o debate em meio à crise internacional.

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