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O dólar encerrou esta segunda-feira (30) em baixa de 0,91%, cotado a R$ 5,43 — menor patamar desde setembro de 2024. Já o Ibovespa, principal índice da B3, operava em alta de 1,51% próximo ao fechamento, aos 138.932 pontos. No acumulado de junho, o índice registra valorização de 1,11%.
O desempenho dos mercados foi influenciado por indicadores econômicos divulgados no Brasil e pela expectativa em torno do relatório de emprego (payroll) dos Estados Unidos, previsto para quinta-feira (4). A semana é marcada por menor volume de negócios no exterior, em razão do feriado de 4 de Julho, Dia da Independência dos EUA.
No cenário doméstico, o destaque foi o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou a criação de 148.992 vagas formais em maio. No mesmo mês de 2023, haviam sido abertas 139.557 vagas. No acumulado de janeiro a maio, o saldo é de 1,05 milhão de postos com carteira assinada.
Outro indicador relevante foi a divulgação da dívida do setor público consolidado. De acordo com o Banco Central, houve déficit primário de R$ 33,7 bilhões em maio. Em abril, havia sido registrado superávit de R$ 14,1 bilhões. No acumulado do ano até maio, o resultado é superavitário, com R$ 69,1 bilhões.
Também nesta segunda, o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central reduziu a projeção de inflação para 2025. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,24% para 5,20%, conforme expectativa do mercado financeiro.
No cenário externo, os investidores acompanham as negociações comerciais dos Estados Unidos com outros países. Caso não haja acordos até 9 de julho, tarifas anteriormente suspensas podem voltar a vigorar. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, indicou que novas tratativas estão em andamento, o que repercutiu positivamente nos mercados.