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O Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Aras explicou, em ofício enviado nesta segunda-feira (18) ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, que a Unidade de Inteligência Financeira (UIF), novo nome do Coaf, não disponibiliza ao Ministério Público extratos completos das transações financeiras de uma pessoa investigada.
“É tecnicamente impossível ao órgão realizar qualquer tipo de ‘devassa’ em movimentações bancárias alheias, até porque sequer possui acesso a essas informações”, diz a manifestação da PGR, enviada ao ministro em resposta a questionamentos, feitos na última sexta, sobre como a UIF encaminha relatórios de inteligência financeira ao MP.