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Em entrevista ao Valor Econômico, o senador e presidente nacional do PP Ciro Nogueira (PI) disse que, com Arthur Lira (AL), de seu partido, no comando da Câmara, o governo não terá um aliado nem um lacaio. Terá um presidente da Câmara que abrirá a oportunidade de aprovar reformas estruturantes para o país no primeiro semestre.
“O governo vai ter [em Lira]… não um aliado nem uma pessoa subserviente, mas vai ter uma oportunidade de fazer as reformas que o país precisa o mais urgentemente possível, principalmente nos próximos seis meses”, afirmou o parlamentar nesta sexta-feira (05).
Entretanto, Nogueira adverte que a condução da política externa nas mãos do chanceler Ernesto Araújo compromete a imagem do país no exterior e, dessa forma, prejudica a retomada do crescimento.
“A condução tem que mudar, a condução do Itamaraty hoje prejudica o país. Ou o ministro muda, ou muda a condução”, afirmou. “Criou-se uma imagem mundial muito ruim para o país, superdimensionada pela situação do Itamaraty”. Para Nogueira, se a condução da política externa for revista, “a Bolsa sobe 30”.
O senador disse ainda que o ‘Centrão’ se tornou “sócio” do governo nos últimos meses porque Bolsonaro perceber a importância de ter uma gestão de “estabilidade”.
“Compare o governo Bolsonaro antes disso: protesto para fechar o Supremo, fechar o Congresso, acabou isso. Hoje o país tem estabilidade”, destacou.
“Quem tem coragem de enfrentar os problemas da Nação são os partidos de centro. O Bolsonaro viu”.