Política

Advogado de autor do incêndio da estátua de Borba Gato defendeu acusado de matar Celso Daniel

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Airton Jacob Gonçalves Filho, advogado do Paulo Roberto da Silva Lima, conhecido como “Galo”, um dos envolvidos no incêndio da estátua de Borba Gato, defendeu Itamar Messias Silva dos Santos, um dos condenados pelo sequestro e assassinato do prefeito de Santo André Celso Daniel (PT), em 2002. 

Quando o Tribunal do Júri de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, condenou em 2012, o réu Itamar Messias Silva dos Santos, de 32 anos, um dos acusados da morte de Celso Daniel, a 20 anos de prisão em regime fechado, Airton Jacob Gonçalves Filho era o advogado do acusado. 

 

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‘Paulo Galo’ –  é integrante do Movimento Periférico, identificado como organizador do ato que incendiou o monumento. Ele admitiu participação no ataque ao monumento na zona sul de São Paulo, no último dia 24 de julho. 

A prisão de Paulo Galo foi durante criticada por políticos e lideranças de esquerda, inclusive pelo Partido de dos Trabalhadores (PT). 

Caso Celso Daniel

 

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Celso Daniel foi sequestrado em 18 de janeiro de 2002, e encontrado morto, numa estrada em Juquitiba, perto de Itapecerica da Serra (SP), com sinais de tortura e 11 tiros, dois dias depois.

 

Bruno José Daniel Filho e João Francisco Daniel, irmãos do petista, sempre sustentaram  se tratar de crime político. Para eles, o assassinato de Daniel estava vinculado a um esquema de corrupção envolvendo empresários do setor de transportes e integrantes da Prefeitura de Santo André.

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Sete pessoas ligadas ao crime foram mortas —incluindo testemunhas e um médico legista que confirmou que havia marcas de tortura no corpo do petista—, em uma aparente queima de arquivo que enfraquece a teoria de crime comum sustentada pela polícia (e pelo PT)

 

Em 2019, em depoimento dado ao Ministério Público de São Paulo, o empresário Marcos Valério afirmou que o ex-presidente Lula foi um dos mandantes do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel.

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Valério contou que participou de reunião com o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, em 2003. Nela, ele afirmou que o empresário Ronan Maria Pinto estava chantageando a alta cúpula do Planalto com revelações sobre o assassinato de Celso Daniel. Ele teria pedido que o silêncio de Ronan fosse comprado. Os petistas sempre negaram as acusações.

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