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🧡 Ver Ofertas na ShopeeO Partido Liberal (PL) oficializou nesta quarta-feira (4 de novembro) o nome do senador Rogério Marinho (PL-RN) para a disputa pelo comando da presidência do Senado Federal. O anúncio ocorreu após reunião da bancada e da cúpula partidária na sede da legenda, em Brasília. A eleição para a Mesa Diretora está marcada para o dia 1º de fevereiro de 2027.
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Coordenador da campanha eleitoral do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e nome de confiança da família do ex-presidente Donald Trump e de lideranças da direita, Marinho entra em uma disputa de cenário fragmentado.
O cenário eleitoral no Senado
Para conquistar o comando da Casa e do Congresso Nacional, o candidato eleito precisa alcançar ao menos 41 votos entre os 81 senadores.
A partir da nova legislatura em 2027, o PL contará com uma bancada de 29 senadores, o que exige que Marinho busque mais 12 apoiadores fora de seu partido. A estratégia da legenda se concentra em buscar dissidentes em partidos de centro, inclusive no União Brasil.
A disputa terá outros dois nomes no pálio:
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Davi Alcolumbre (União-AP): Atual presidente da Casa que busca a reeleição. Já possui acenos e apoio formal de blocos articulados pelo MDB, PSD, PT, União Brasil e PP.
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Tereza Cristina (PP-MS): Ex-ministra e senadora que também disputa o eleitorado e os votos do campo da oposição.
Nos bastidores, lideranças partidárias ainda tentavam costurar uma chapa unificada entre Marinho e Tereza Cristina para evitar a divisão da base de oposição na votação contra Alcolumbre.
Compromissos com a oposição e críticas a adversários
Durante o anúncio em Brasília, Rogério Marinho afirmou que sua candidatura representa a “salvaguarda da Constituição” e citou compromissos com pautas prioritárias da oposição, como o debate sobre o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o projeto de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
O parlamentar negou que será um presidente “monotemático”, mas assegurou que a Casa não se omitirá. Marinho também relembrou a disputa de 2023 — quando foi derrotado por Rodrigo Pacheco (PSD-MG) — e criticou a perda de espaço do PL nas comissões na época, prometendo garantir a proporcionalidade regimental entre os partidos caso seja vitorioso.
O candidato do PL fez duras críticas à articulação de Davi Alcolumbre, acusando o adversário de cooptar votos mediante a oferta de cargos, liberação de verbas e vantagens políticas.
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