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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta sexta-feira (25) um novo foco de gripe aviária do tipo H5N1 no Rio de Janeiro. O caso foi registrado no BioParque, zoológico localizado na capital fluminense, após a morte súbita de 13 galinhas-d’angola e um pavão, ocorrida no último dia 17 de julho.
As aves viviam no setor conhecido como “Savana Africana”, um espaço compartilhado com outras espécies. Após a notificação ao serviço veterinário da Secretaria Estadual de Agricultura, exames realizados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas confirmaram a presença do vírus da influenza aviária altamente patogênica.
Com a confirmação, outras três galinhas-d’angola e um pavão que apresentavam sinais clínicos foram eliminados, como medida preventiva para conter a disseminação da doença. O BioParque suspendeu temporariamente as visitas em 18 de julho e retomou o funcionamento nesta quinta-feira (24), com interdição da área afetada por um período de 14 dias, seguindo protocolos internacionais de biossegurança.
Este é o primeiro foco da doença registrado no estado do Rio de Janeiro envolvendo aves domésticas em cativeiro. Segundo o Mapa, a infecção possivelmente foi transmitida por aves silvestres de vida livre que entraram em contato com os animais do zoológico. As demais espécies do parque permanecem em ambientes telados e isolados, reduzindo o risco de contaminação.
As autoridades destacam que o risco de transmissão para humanos é considerado praticamente nulo, uma vez que o foco não atingiu granjas comerciais nem criadouros de subsistência. Quinze funcionários do BioParque que atuam na área afetada estão sendo monitorados por precaução.
Equipes da saúde animal, saúde pública e gestão ambiental seguem atuando de forma integrada para controlar e erradicar o foco.