Sem categoria

MP de SP rejeita delação de ‘Beto Louco’ e ‘Primo’, principais alvos da Operação Carbono Oculto; saiba o motivo

Foto: Reprodução/LinkedIn

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão.
Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) rejeitou a delação premiada dos empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, principais alvos da Operação Carbono Oculto. Segundo a TV Globo, a defesa foi comunicada sobre a negativa no fim da manhã desta quarta-feira (6).

Os dois são acusados de comandar um esquema bilionário do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis. Eles estão foragidos desde agosto de 2025.

O material apresentado

Segundo a defesa dos empresários, o material entregue às autoridades incluía:

  • Documentos

  • Mensagens de celular

  • Gravações

  • Comprovantes de pagamento

Os documentos indicariam uma propina de mais de R$ 400 milhões a políticos, magistrados e outras autoridades entre 2022 e 2024.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Por que o MP recusou

A GloboNews apurou que os investigadores entenderam que os empresários:

  • Omitiram informações relevantes sobre a atuação em esquemas de lavagem

  • Ocultaram conexões com o PCC

  • Não detalharam o esquema de adulteração de combustíveis

  • Se negaram a oferecer detalhes sobre corrupção policial no estado

Além disso, pessoas citadas na delação já tinham processos concluídos, e o material não contribuiu com o andamento da investigação. O MP entendeu que o conteúdo não trazia novidades ao que a investigação já havia indicado.

Tentativas anteriores

Os empresários tentavam firmar acordos de delação em diferentes esferas desde o ano passado. As primeiras recusas partiram da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

Em São Paulo, os dois assinaram um termo de confidencialidade, mas as negociações ficaram travadas nos últimos meses.

Valores negociados

Durante a negociação, foi aventada a possibilidade de os empresários pagarem mais de R$ 1 bilhão em impostos sonegados, além de multas. No entanto, investigadores afirmam que os valores sequer foram discutidos.

Situação atual

Até o momento, os dois empresários não têm ordem de prisão expedida no âmbito da Operação Carbono Oculto e não foram denunciados pelo esquema revelado pelo MP.

CONTINUE LENDO APÓS O ANÚNCIO

A negativa do MP não impede que um novo acordo seja fechado durante o andamento do processo, caso exista interesse entre as partes.

Delação também foi rejeitada no Piauí

Os empresários também tentaram acordo com o Gaeco do Piauí com o mesmo objetivo. Após análise dos anexos, os promotores entenderam que já possuíam as informações apresentadas e que o material não acrescentaria detalhes relevantes para o avanço da investigação.

Pode ser do seu interesse

Mundo

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O manifesto escrito por...

Mundo

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp] Um homem armado tentou...

Negócios

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]A Spirit Airlines, famosa...

Mundo

Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram] WhatsApp: [link do WhatsApp]O homem armado que...

© 2026 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile