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Inodoro, insípido e invisível, o monóxido de carbono (CO) é uma ameaça silenciosa que pode causar sérios problemas à saúde e até levar à morte. Ambientes fechados com fontes de combustão — como aquecedores, fogões e lareiras — podem acumular o gás se não forem bem ventilados.
O dispositivo possui um visor digital de LED que mostra o nível de CO sendo detectado e um alarme alto de 85 decibéis, projetado para acordar alguém em caso de emergência. A instalação é simples: basta conectá-lo a uma tomada padrão.
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O risco em aluguéis de temporada e também em casa
A intoxicação por CO ocorre tipicamente quando eletrodomésticos sem ventilação ou mal mantidos vazam monóxido de carbono para áreas de descanso fechadas. Esses incidentes podem acontecer em qualquer lugar — e não acontecem apenas em aluguéis de temporada. O Airbnb é apenas um exemplo, mas qualquer pessoa, em sua própria casa, em um hotel, em um chalé ou em qualquer ambiente fechado, está sujeita a esse risco silencioso.

Com a temporada de viagens se aproximando, muitos viajantes buscam maneiras de se proteger. Mas a proteção não deve se limitar às férias. Os detectores de monóxido de carbono estão entre os investimentos mais simples e seguros para qualquer residência. Esses dispositivos usam sensores para monitorar o ar em busca de CO e, se detectado, disparam um alarme de alta decibéis para alertar toda a casa.
O dado alarmante
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que apenas 56% dos aluguéis de temporada tinham um detector de CO instalado. Ou seja, quase a metade (44%) não possuía o equipamento — um cenário que serve de alerta também para o mercado brasileiro, onde não há fiscalização específica para esse tipo de item.