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O filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, segue ganhando destaque internacional e agora figura entre os pré-indicados à 78ª edição do Bafta (British Academy Film Awards), concorrendo na categoria de melhor filme de língua não inglesa. A lista final dos indicados será divulgada em 15 de janeiro, e a cerimônia de premiação acontecerá em 16 de fevereiro. Contudo, a grande surpresa foi a ausência de Fernanda Torres da disputa pelo troféu de melhor atriz, apesar de seu desempenho destacado no longa.
Com mais de 3 milhões de ingressos vendidos, o filme tornou-se o maior sucesso de bilheteira do cinema brasileiro pós-pandemia, atraindo grandes expectativas no cenário internacional. Além do Bafta, “Ainda Estou Aqui” já está em disputa no Globo de Ouro, onde concorre a melhor filme de língua não inglesa e Fernanda Torres disputa a estatueta de melhor atriz em filme de drama. O filme também será avaliado no Critics’ Choice Awards (12 de janeiro) e, na sequência, nas indicações para o Oscar de 2025, com boas chances nas categorias de melhor filme internacional e melhor atriz.
A trama de “Ainda Estou Aqui” é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, que narra a vida de sua mãe, Eunice Paiva, durante a ditadura militar brasileira. O filme conta a história de uma mulher que, após o desaparecimento de seu marido, o deputado Rubens Paiva, passa a lutar pelos direitos humanos e pela verdade sobre o que aconteceu com ele. A produção destaca a figura de Eunice, interpretada em diferentes idades por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, mãe e filha, em uma atuação que foi amplamente elogiada.
O longa teve uma estreia promissora no Festival de Veneza de 2024, onde venceu o prêmio de melhor roteiro, coescrito por Heitor Lorega e Murilo Hauser. No elenco, estão grandes nomes do cinema brasileiro, como Selton Mello, Maeve Jinkings, Marjorie Estiano, Camila Márdila, Dan Stulbach, Humberto Carrão e Antonio Saboia.
A direção de Walter Salles, renomado cineasta brasileiro conhecido por suas produções premiadas como “Central do Brasil” e “Diários de Motocicleta”, tem sido uma das forças propulsoras da produção, que segue na corrida para se consagrar como uma das maiores produções internacionais de 2025.