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Os ativos de risco ignoraram as tensões geopolíticas e o cenário de incerteza gerado pelas negociações fracassadas do fim de semana entre Estados Unidos e Irã, além das notícias envolvendo possíveis medidas no Estreito de Ormuz.
O Bitcoin recuperou parte das perdas registradas no fim de semana e voltou a subir durante o pregão dos EUA nesta segunda-feira, atingindo cerca de US$ 73.400. O movimento ocorreu em meio à alta das bolsas e à queda do petróleo, que recuou para abaixo de US$ 100 por barril.
O desempenho positivo das criptomoedas acompanhou o apetite por risco nos mercados globais. Além do Bitcoin, Ethereum (ETH), Solana (SOL) e XRP também encerraram o dia em alta, embora com ganhos menores.
Entre as ações ligadas ao setor cripto, destacaram-se a Circle (CRCL), com alta de 11%, a Gemini (GEMI), que avançou 9%, além da MARA Holdings (MARA) e da Bullish (BLSH), ambas com valorização superior a 8%.
Nos mercados tradicionais, o Nasdaq subiu 1,2%, enquanto o petróleo bruto WTI voltou para a faixa de US$ 98 por barril, após ter superado US$ 105 no domingo.
Fora do cenário geopolítico, a Strategy, empresa de Michael Saylor, manteve sua estratégia agressiva de acumulação de Bitcoin. Na semana passada, a companhia adquiriu 13.927 BTC por cerca de US$ 1 bilhão, utilizando ações preferenciais STRC com rendimento de 11,5%, em vez de emissão de ações ordinárias.
O forte volume negociado das ações STRC nesta segunda-feira, que atingiu um recorde de US$ 770 milhões, indica a possibilidade de novas emissões e, consequentemente, novas compras de Bitcoin nos próximos dias.
A movimentação recente reforça um padrão observado em 2026, em que quedas durante o fim de semana são seguidas por recuperações rápidas no início da semana, refletindo a volatilidade típica do mercado de criptomoedas.