O Parkinson é uma condição neurológica progressiva que afeta cerca de 166 mil pessoas no Reino Unido. A doença ocorre devido à perda gradual das células cerebrais responsáveis pela produção de dopamina, substância essencial para o controle dos movimentos, pensamentos e sensações.
Especialistas explicam que, quando os sintomas clássicos — como tremores, rigidez muscular e lentidão de movimentos — aparecem, os níveis de dopamina no cérebro já podem ter caído por anos. Por isso, sinais iniciais costumam passar despercebidos.
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Entre os sintomas precoces estão a perda ou redução do olfato, constipação frequente, diminuição do tamanho da caligrafia (micrografia), ansiedade ou depressão, distúrbios do sono com movimentos durante sonhos, tonturas ao se levantar, redução das expressões faciais, voz mais baixa e rigidez em braços ou pernas.
De acordo com especialistas, o diagnóstico precoce é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Embora ainda não exista cura para o Parkinson, tratamentos que repõem dopamina podem ajudar a controlar os sintomas e manter a mobilidade e o bem-estar por mais tempo.
Médicos alertam que a presença isolada de um desses sinais não significa necessariamente que a pessoa tenha a doença. No entanto, o surgimento persistente de vários sintomas deve ser avaliado por um profissional de saúde.
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