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O cantor Ed Motta prestou depoimento na 15ª Delegacia Policial (Gávea) nesta terça-feira (12) sobre a confusão no restaurante Grado, no Jardim Botânico, no dia 2 de maio. A informação foi publicada inicialmente pelo g1, que teve acesso ao depoimento do cantor.
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Ed afirmou que se sentiu “chateado e desprestigiado” ao ser cobrado da taxa de rolha. Ele negou ter ofendido qualquer funcionário e disse que não teve a “intenção de acertar qualquer pessoa” ao arremessar a cadeira no salão.
O cantor prestou dois depoimentos: um como testemunha (lesão corporal) e outro como autor (injúria por preconceito).
O que disse Ed Motta
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É cliente do Grado “há cerca de 9 anos” e “divulgou o estabelecimento em suas redes sociais diversas vezes”
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“Sempre leva sua própria garrafa de vinho” e “em nenhuma ocasião lhe foi cobrada a taxa de rolha, tendo em vista o elevado consumo”
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No dia 2, ele e os amigos levaram 7 garrafas (“nem todas foram consumidas”) e, “para sua surpresa”, foi cobrada a taxa
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Sentiu-se “chateado e desprestigiado” porque isso nunca havia ocorrido
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Reclamou com o gerente, que respondeu que “a taxa foi cobrada em virtude de a mesa estar cheia”
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Disse: “Nunca mais volto aqui”
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“Pegou uma cadeira e arremessou-a ao chão, sem a intenção de acertar qualquer pessoa — a cadeira sequer danificou”
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“Em virtude de seu tamanho, esbarrou em uma mesa onde havia dois casais” e uma bolsa caiu
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Na mesma noite, enviou mensagens ao sócio do restaurante dizendo que não gostou do atendimento
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Só soube do restante da confusão (xingamentos e agressões) na manhã seguinte
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Negou ter chamado qualquer funcionário de “paraíba”
Acusação do funcionário
Um funcionário do restaurante relatou em depoimento que Ed Motta fez ofensas xenofóbicas contra nordestinos. Segundo o relato, o cantor teria dito ao barman: “Vai tomar no c* seu filho da put* paraíba”, entre outras ofensas.
A confusão
Ed é investigado por injúria por preconceito (pena de reclusão de 1 a 3 anos). O amigo do cantor, Nicholas Guedes Coppim, é investigado por dar um soco e arremessar uma garrafa durante a confusão – responde por lesão corporal. A garrafa, de tamanho magnum (quase o dobro do normal), bateu na parede, estilhaçou e quebrou um relógio.
Próximos passos
A delegada Daniela Terra, titular da 15ª DP, disse que ouvirá as testemunhas indicadas por Ed nos próximos dias (pelo menos 3 pessoas que estavam na mesa). O homem que jogou a garrafa e o dono do restaurante também serão ouvidos.

























































