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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas, promovida pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, resultou na coleta de 1.645 amostras de DNA de familiares de pessoas desaparecidas.
O material genético, correspondente a 1.292 casos, foi coletado durante a primeira fase da ação, realizada entre os dias 26 e 30 de agosto.
Os participantes da coleta foram, em sua maioria, filhos, pais e irmãos dos desaparecidos. Para auxiliar nas identificações, técnicas de comparação genética são utilizadas, comparando as amostras fornecidas com aquelas armazenadas nos bancos de perfis genéticos estaduais e nacional. A primeira fase da mobilização contou com a coleta de amostras de saliva em aproximadamente 300 postos espalhados pelo Brasil.
Isabel Figueiredo, diretora do Sistema Único de Segurança Pública da Senasp, destacou a importância da coleta de DNA de familiares próximos como uma etapa essencial para trazer respostas àqueles que enfrentam a angústia da busca por entes queridos.
A mobilização ainda prevê mais duas etapas, cujas datas serão definidas. Na segunda fase, o foco será a coleta de impressões digitais e material genético de pessoas vivas sem identidade conhecida.
A fase final, denominada análise do passivo, concentrar-se-á na pesquisa de impressões digitais de indivíduos falecidos não identificados, cujos dados serão comparados com registros disponíveis nos bancos de biometria.