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Imagens chocantes obtidas pelo programa Fantástico, da TV Globo, revelaram o comportamento de um grupo de cinco jovens logo após o suposto estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Gravado pelo circuito interno do elevador do prédio onde o crime ocorreu, o vídeo mostra os acusados aparentemente celebrando o ato. (Vídeo no final da matéria)
Em um momento perturbador da gravação, um dos envolvidos dispara: “A mãe de alguém teve que chorar, porque as nossas mães hoje…”. A frase, dita com tom de deboche, encerra o registro do grupo saindo do apartamento onde a vítima teria sido mantida sob violência.
Em entrevista à reportagem, a mãe e o irmão da vítima detalharam o estado físico da jovem após o episódio. Eles relataram a presença de hematomas extensos, que iam da região das axilas até as coxas. Segundo o depoimento da mãe, os suspeitos teriam desferido chutes contra a adolescente quando ela implorava para que o ato parasse.
Além da violência física, o crime foi acompanhado de tortura psicológica. O adolescente de 17 anos envolvido no caso teria ameaçado atacar a irmã da vítima, de apenas 12 anos, caso o estupro fosse denunciado às autoridades.
Investigação e Prisões
Todos os cinco acusados já estão sob custódia da Justiça. A cronologia das prisões e apreensão seguiu o seguinte cronograma:
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Terça-feira (3): Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho entregaram-se à polícia.
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Quarta-feira (4): Vitor Hugo Simonin (18) e Bruno Felipe dos Santos Alegretti (18) apresentaram-se e foram detidos.
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Sexta-feira (6): O adolescente de 17 anos foi apreendido após mandado de internação expedido pelo Tribunal de Justiça do Rio.
Para o delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), o menor de idade foi a “mente por trás” do crime. Ele mantinha um relacionamento com a vítima e teria sido o responsável por atraí-la estrategicamente ao apartamento para que o grupo pudesse agir.
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