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Nesta sexta-feira (23), a proprietária da rede social chinesa TikTok, a ByteDance, admitiu que funcionários da companhia acessaram dados de jornalistas, como parte de uma investigação interna sobre vazamentos de informações.
De acordo com a agência de notícias AFP, o objetivo era identificar ligações entre pessoas que trabalhavam no TikTok e uma repórter do jornal britânico Financial Times (FT) e um ex-jornalista do site BuzzFeed.
Em nota, a ByteDance condenou o que definiu como uma “iniciativa equivocada que violou gravemente o código de conduta da empresa”.
Integrantes da equipe da companhia nos EUA e na China conseguiram acessar o endereço IP e outros dados pessoais da jornalista Cristina Criddle, segundo a Financial Times.
Desde junho, Criddle havia publicado uma série de reportagens mostrando que dezenas de funcionários haviam deixado o escritório da TikTok, em Londres, a partir do início de 2022. Eles se queixavam de jornadas de trabalho de 12 horas por dia.
Executivo da ByteDance responsável pela expansão do comércio eletrônico na Europa, Joshua Ma foi substituído depois que o mesmo FT revelou que ele havia dito a funcionários, também em Londres, que “não acreditava” em licenças-maternidade.