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A OpenAI, empresa de inteligência artificial liderada por Sam Altman, estaria usando uma versão especial do ChatGPT para detectar funcionários que compartilham informações confidenciais, segundo reportagem do site The Information.
De acordo com a publicação, quando um artigo de notícias divulga informações internas da empresa, a equipe de segurança da OpenAI processa o conteúdo em um ChatGPT customizado. O chatbot teria acesso a documentos internos, canais do Slack e mensagens de e-mail entre funcionários, permitindo rastrear possíveis vazamentos.
Ainda não está claro se o sistema já conseguiu identificar algum funcionário responsável pelos vazamentos. Em declarações passadas, a OpenAI já demitiu pesquisadores por suposta divulgação de informações confidenciais fora da empresa.
A reportagem lembra que grandes empresas de tecnologia, como Apple e Tesla, adotam políticas rigorosas contra vazamentos, preocupadas com a possibilidade de concorrentes terem acesso a propriedade intelectual.
No setor de inteligência artificial, empresas como OpenAI e Anthropic implementam proteções a denunciantes (whistleblowers), principalmente devido ao receio de concorrentes chineses avançarem na corrida tecnológica. A preocupação com a China levou o governo Biden a restringir a exportação de chips americanos para o país e para os Emirados Árabes Unidos, visando impedir que estes atuem como intermediários.
O contexto também inclui decisões do governo Trump, que autorizou a exportação de chips avançados de IA para a China e para os Emirados, em movimentos relacionados a interesses estratégicos e investimentos privados, como a compra de participação em empresas de criptoativos.
A OpenAI não respondeu imediatamente ao pedido de comentário sobre o uso do ChatGPT customizado para rastrear vazamentos.