Economia

Ibovespa cai 1,11% com temor de atrasos na reforma da Previdência

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A dificuldade de articulação do governo que levou ao adiamento da votação do relatório da Previdência na CCJ da Câmara impôs perda firme ao Índice Bovespa nesta quarta-feira, 17. A possibilidade de o texto sofrer alterações já na fase de admissibilidade renovou os temores de que a reforma seja mais difícil que o esperado – e que ao final traga impacto fiscal muito aquém do necessário. Com isso, a ordem no mercado de ações foi reduzir a exposição ao risco, o que levou o Ibovespa a uma queda de 1,11%, aos 93.284,75 pontos.

“O mercado esteve mais cauteloso e resolveu tirar o pé do risco, por conta da apreciação da constitucionalidade da reforma da Previdência”, disse Pedro Paulo Silveira, da Nova Futura Corretora. Para ele, a percepção do cenário político é de que há uma ladeira a ser superada, mas governo e parlamentares ainda estão discutindo se ela é mesmo uma ladeira. “O problema é saber quanto tempo levará até que se chegue ao topo”, afirma.

A votação do parecer sobre do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG) foi adiada para terça-feira (23) para que fossem avaliadas sugestões de mudanças. Após reunião de parlamentares com o secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, o governo aceitou negociar alterações no parecer da reforma na CCJ. Marinho evitou dizer que há acordo fechado sobre pontos específicos.

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“O mercado segue convicto de que haverá reforma da Previdência, mas a reação negativa ocorre quando aumentam as dúvidas sobre ela. O grande X da questão é qual reforma passará no Congresso e quando ela será aprovada”, disse Luiz Roberto Monteiro, operador da Renascença Corretora.

No pior momento do dia, no início da tarde, o Ibovespa chegou a marcar mínima em 93.337,54 pontos (-2,12%). A melhora das ações da Petrobras foi fator decisivo para uma desaceleração das perdas do índice no fechamento. Segundo operadores, pesou o mercado o silêncio da companhia após a entrevista coletiva de terça à noite. Minutos antes do final do pregão, a petroleira anunciou entrevista coletiva para as 18h para falar sobre política de preços. A informação tirou os papéis da companhia do terreno negativo, para um fechamento próximo da estabilidade, com altas de 0,10% (ON) e 0,11% (PN).

Entre as demais blue chips do mercado, também foram destaque os papéis do setor financeiro, com Santander (-3,06%), Itaú Unibanco PN (-1,55%) e Banco do Brasil ON (-1,32%) entre as mais significativas. O volume de negócios somou R$ 26,560 bilhões, incluindo o movimentado no exercício de opções sobre o índice.

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*Com informações do Estadão Conteúdo

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