Economia

Confederações da Indústria e do Comércio contestam Lei de Igualdade Salarial no STF

(VIA CNI)

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) no Mercado Livre

🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) na Shopee

🧡 Ver Ofertas na Shopee

Na última terça-feira (12), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) tomaram uma medida significativa ao acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra determinados trechos da Lei de Igualdade Salarial.

A referida legislação, sancionada em julho de 2023 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tem como objetivo garantir que homens e mulheres que desempenhem o mesmo cargo na mesma empresa recebam salários iguais.

Entre suas disposições, a lei estabelece multas para empresas que não cumpram a igualdade salarial, além de impor prazos de adaptação. Também determina a publicação semestral de relatórios nos meios de comunicação das empresas, incluindo sites e redes sociais, bem como entre os funcionários e na sociedade. Essa regra é aplicável a empresas com mais de cem empregados.

Antes mesmo da apresentação da ação pelas duas confederações, diversas empresas já questionavam a lei e anunciavam a intenção de recorrer à Justiça para contestá-la.

No documento protocolado no STF, as confederações criticam trechos da legislação que, em sua interpretação, negligenciam “hipóteses legítimas de diferenças salariais baseadas no princípio da proporcionalidade”.

Elas argumentam que a lei considera ilícita, de forma indiscriminada, qualquer diferença salarial que possa constar nos relatórios de transparência salarial e critérios remuneratórios, cuja divulgação é obrigatória.

Para as duas entidades, o texto da lei elimina possíveis exceções de desigualdade salarial razoável e impõe a obrigação de elaboração e implementação de um plano de ação que, segundo elas, viola princípios constitucionais, como o da proporcionalidade.

Além disso, a CNI e a CNC solicitam ao Supremo que seja declarada a invalidade da imposição de penalidades administrativas às empresas, como multas, sem a possibilidade de apresentação de defesa.

Elas também pleiteiam que a formatação e a publicação dos relatórios de transparência salarial e critérios remuneratórios não acarretem automaticamente em penalidades sem a garantia de defesa prévia.

Outra demanda das confederações é que os relatórios “não contenham (sequer em teoria) valores absolutos de salários ou salários médios (ou pela mediana)”, pois poderiam resultar na divulgação de dados pessoais ou estratégias comerciais confidenciais.

Pode ser do seu interesse

Ciência e Tecnologia

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Ciência e Tecnologia

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Últimas Notícias

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

Brasil

🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (12) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre 🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos...

© 2026 Todos os direitos reservados Gazeta Brasil.

Sair da versão mobile