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Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o coordenador-executivo do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro), Hédio Silva Júnior, afirmou que existem “macumbeiros” que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na ocasião, Hédio estava comentando sobre a suposta possibilidade da campanha de Bolsonaro atacar “religiões de matriz africana” para atingir Lula (PT). Para ele, isso pode ter um efeito negativo sobre parte do eleitorado do próprio presidente.
A cogitação foi repercutida por veículos de imprensa e desmentida pelo senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República e que participa da campanha.
“Ainda há um número inestimado de macumbeiros que têm simpatia pelo Bolsonaro”, afirma o dirigente do instituto, que classifica a estratégia como um tiro no pé.
“O feitiço pode virar contra o feiticeiro”, completou o advogado.
Para ele, ataques direcionados à umbanda e ao candomblé como tática de campanha subestimam não apenas os apoiadores do presidente, como também o número de adeptos de religiões afro-brasileiras no país.