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A adoção permanente do trabalho remoto deve render uma economia ainda maior em 2021 do que o R$ 1,5 bilhão que deixou de sair dos cofres públicos este ano.
A informação foi dada peloo secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Caio Paes de Andrade. De acordo com ele, os técnicos estão em diálogo com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para mapear as necessidades de espaço e fazer o redimensionamento.
“Se um órgão que hoje ocupa um espaço de mil metros puder ir para um espaço de 500 metros, isso é uma economia de tudo, de aluguel, de luz, de limpeza”, explica.
Os cálculos ainda estão sendo fechados pela equipe de Paulo Guedes, mas a avaliação é que a migração para o trabalho remoto vai permitir ao Governo Bolsonaro se planejar para a revisão de aluguéis e ocupação de espaços físicos.
A ideia é que o valor exato possa já ser incorporado à proposta final de Orçamento de 2021, a ser votada no ano que vem pelo Congresso Nacional. A medida deve ser um importante alívio, dado que as despesas estão travadas no teto de gastos e ainda há intensa disputa por recursos.
Ao jornal O Estadão, o secretário de Gestão do Ministério da Economia Cristiano Heckert afirma que o objetivo do governo é repensar o espaço físico: “Queremos quebrar o paradigma de ter uma estação de trabalho para cada pessoa”.