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Nesta quarta-feira (09), a Rússia reconheceu pela 1ª vez a presença de soldados conscritos na Ucrânia e anunciou que vários deles foram feitos prisioneiros. Antes, eles alegavam que, apenas soldados profissionais estavam na guerra.
“Foram confirmados diversos casos [comprovando] a presença de conscritos nas unidades das Forças Armadas Russas que participam da operação militar especial no território da Ucrânia. Quase todos esses militares já foram retirados para o território russo”, disse o porta-voz do Ministério da Defesa, Igor Konashenkov.
O Ministério admitiu ainda que vários soldados, incluindo conscritos, foram capturados, durante um ataque ucraniano contra um grupo russo que prestava uma missão de “apoio logístico”.
“Medidas abrangentes estão a ser tomadas para impedir o envio de militares conscritos para as zonas de combate e para garantir a libertação dos soldados capturados”, acrescentou o Ministério da Defesa russo.
O Kremlin disse hoje que o ditador russo, Vladimir Putin, tinha instruído a “rejeição categórica” de qualquer uso de conscritos – soldados recrutas de serviço militar obrigatório – acrescentando que os oficiais responsáveis pelo seu envio para a Ucrânia seriam “punidos”.
Na segunda-feira, Putin tinha garantido que não enviaria recrutas ou reservistas para lutar na Ucrânia, dizendo que apenas profissionais tinham a missão de cumprir os “objetivos estabelecidos”.
Desde os primeiros dias da guerra, ocorreram várias denuncias de jovens russos participando dos combates.