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Uma enfermeira da Flórida, Alexis Von Yates, de 35 anos, foi condenada a dois anos de prisão após ser pega pelo marido tendo relações sexuais com seu enteado de 15 anos. O caso, que chocou a comunidade local, ocorreu em julho do ano passado, quando o adolescente visitava o pai em Ocala. A mãe do garoto, revoltada, classificou a madrasta como uma “pedófila incestuosa” durante o julgamento.
De acordo com o mandado de prisão, Alexis, que já foi demitida de seu emprego como enfermeira, aproveitou um momento em que assistia a um filme de terror com o enteado para iniciar o abuso. Ela teria dito ao garoto que estava “com tesão” por não ter relações há duas semanas, enquanto estava menstruada, e o induziu a tirar sua roupa e manter relações sexuais com ela. Segundo a imprensa local, o ato aconteceu na sala de estar, enquanto os irmãos mais novos do adolescente dormiam em um quarto próximo. Durante o abuso, Alexis repetia frases como “Isso é tão errado”, segundo o relato do jovem.

Von Yates foi preso em novembro de 2024 e acusado de agressão sexual por uma pessoa com autoridade familiar.
O marido de Alexis, Frank, que trabalha como eletricista e deveria estar em um plantão noturno, chegou em casa inesperadamente e flagrou a cena. O adolescente correu para o banheiro com as calças abaixadas, enquanto Alexis, nua, tentou se cobrir parcialmente com uma manta. Frank, atônito, confrontou a esposa, perguntando: “O que está acontecendo aqui?”, antes de levar o filho para fora da casa.

Von Yates foi flagrada por seu marido, Frank, tendo relações sexuais com seu filho adolescente enquanto assistiam a um filme de terror em 26 de julho de 2024. Facebook/Alexis Von Yates
Inicialmente, Alexis enfrentava uma acusação grave de abuso sexual por pessoa com autoridade familiar, um crime de primeiro grau que poderia resultar em prisão perpétua e multa de US$ 10 mil. No entanto, em um acordo judicial, ela se declarou não contestante a uma acusação menos grave de ato libidinoso contra uma criança entre 12 e 16 anos. Na terça-feira, durante a sentença, Alexis permaneceu impassível, usando uma blusa preta de gola alta, enquanto o juiz Timothy McCourt, da Quinta Corte Judicial da Flórida, confirmava a pena de dois anos de prisão, além de 200 horas de serviço comunitário e pagamento de multas e custas judiciais.
O juiz aceitou o acordo após o adolescente e sua mãe expressarem apoio à sentença reduzida. Durante a audiência, a mãe do jovem, visivelmente indignada, chamou Alexis de “pedófila incestuosa” e acusou-a de manipular e violar seu filho. Ela também descreveu a ex-enfermeira como uma “covarde” sem remorso por seus “atos desprezíveis”, destacando que o incidente destruiu a relação do adolescente com seu pai, que não fala com o filho desde o ocorrido.
Alexis, que perdeu sua licença de enfermagem após a prisão em novembro, foi proibida de qualquer contato com o adolescente e deixou o tribunal algemada. O caso levanta discussões sobre proteção infantil e as consequências devastadoras de abusos dentro do ambiente familiar.