Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. As forças armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque contra um barco em águas internacionais do Caribe que resultou na morte de três narcotraficantes, informou o secretário do Departamento de Guerra, Pete Hegseth, em comunicado publicado na rede X. As we’ve said before, vessel strikes on narco-terrorists will continue until their the poisoning of the American people stops.
Today, at the direction of President Trump, the Department of War carried out a lethal kinetic strike on a vessel operated by a Designated Terrorist… pic.twitter.com/gQF9LpSjqD — Secretary of War Pete Hegseth (@SecWar) November 7, 2025 “Como já temos dito, os ataques com embarcações contra narcoterroristas continuarão até que cesse o envenenamento do povo americano”, afirmou Hegseth. Hegseth acrescentou que “nenhum membro das forças americanas resultou ferido no ataque, e três narcoterroristas que se encontravam a bordo morreram”. Em tom de ameaça, o secretário concluiu: “A todos os narcoterroristas que ameaçam nossa pátria: se querem seguir vivos, deixem de traficar drogas. Se continuarem traficando drogas letais, os mataremos”. O episódio eleva para pelo menos 70 o número de mortos desde o início da campanha antidrogas lançada por Washington em setembro, segundo levantamento de agências internacionais. As operações, concentradas principalmente no Caribe e no Pacífico oriental, fazem parte da ofensiva do governo Trump contra o narcotráfico. Em ações semelhantes até agora os Estados Unidos teriam destruído ao menos 18 embarcações — 17 lanchas e um semissubmersível — e, em diversos casos, divulgaram imagens aéreas dos ataques, com trechos dos vídeos posteriormente censurados por motivos não especificados.
Nos últimos meses, o Pentágono ampliou sua presença na região: foram deslocados seis navios de guerra para o Caribe, enviados caças F-35 para Porto Rico e deslocado o porta-aviões USS Gerald R. Ford à área, segundo fontes militares. A ofensiva americana agravou as tensões com o governo venezuelano. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acusou repetidamente Trump de usar a luta antidrogas como pretexto para uma tentativa de derrubá‑lo. Em resposta às operações navais dos EUA, bombardeiros norte-americanos realizaram demonstrações de força sobre o mar do Caribe, em frente às costas venezuelanas, em pelo menos quatro ocasiões desde meados de outubro.
Maduro, que é alvo de acusações de narcotráfico pelas autoridades dos Estados Unidos, negou a existência de produção de drogas em seu país e afirmou que Venezuela é “vítima do tráfico de cocaína colombiano” e que seu território tem sido usado como rota sem seu consentimento. A escalada também alimentou declarações do próprio presidente Trump sobre a possibilidade — ainda remota, segundo ele — de um confronto com Caracas. Em entrevista à CBS, questionado sobre a chance de guerra contra o regime venezuelano, Trump disse: “Duvido, não creio”. Sobre uma intervenção militar, o presidente evitou ser conclusivo: “Não vou dizer se vou atacar ou não… não vou dizer o que vou fazer com a Venezuela, se é que vou fazer algo”.
Em discurso, Trump reiterou críticas ao governo chavista e fez afirmações contundentes sobre o custo humano do narcotráfico: “Cada um desses barcos que veem derrubados — e eu concordo que é algo terrível — mata 25.000 americanos. Cada barco derrubado mata 25.000 pessoas por causa do narcotráfico e destrói famílias no país”. (Com informações da AFP)
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Segundo ele, “por ordem do presidente Trump, o Departamento de Guerra levou a cabo um ataque cinético letal contra um buque operado por uma organização terrorista designada. O buque traficava estupefacientes no Caribe e foi atacado em águas internacionais”.
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