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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja para Washington nesta quarta-feira (6) para um encontro oficial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reunião está marcada para quinta-feira (7), na Casa Branca.
O encontro vinha sendo negociado desde janeiro, mas foi adiado devido à guerra no Oriente Médio. A viagem ocorre em um momento de derrotas políticas internas para Lula – o Congresso rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF e derrubou o veto ao PL da Dosimetria.
O que está na agenda
A reunião deve abordar:
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Comércio: reversão das tarifas extras impostas por Trump a produtos brasileiros
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Terras raras e minerais críticos: parcerias para exploração (Brasil é abundante no setor)
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Combate ao crime organizado: cooperação contra lavagem de dinheiro e facções criminosas
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Venezuela: situação política no país vizinho
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Plano de paz para a Faixa de Gaza
O governo brasileiro também trabalha para impedir que os EUA incluam facções como Comando Vermelho e PCC na lista de organizações terroristas internacionais.
Lula já afirmou que aceita cooperação em terras raras, mas sem interferência na gestão pelo Estado brasileiro. Sobre a soberania, ele disse que é o único tema “fora da mesa de negociações”.
O que disse Lula
Em janeiro, quando anunciou o encontro, Lula afirmou:
“Precisamos sentar à mesa, olhar nos olhos um do outro e ver o que interessa aos Estados Unidos e o que interessa ao Brasil. Estou convencido de que voltaremos à normalidade em breve.”
Recente impasse diplomático
A visita ocorre após um período de tensão entre os dois países. O governo Trump pediu a saída de um delegado da Polícia Federal brasileiro que atuou na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem nos EUA. Em resposta, o Brasil retirou as credenciais de um agente americano.
O governo brasileiro também tenta reverter o “tarifaço” imposto por Trump. Em julho de 2025, o líder americano impôs tarifas extras a produtos brasileiros. Após esforço diplomático, algumas foram revogadas.
Aproximação
Lula e Trump vêm se aproximando nos últimos meses. O petista tem dito publicamente que é “amigo” do presidente americano.



















































