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A Justiça demorou quase dois meses para aprovar a busca e apreensão na residência de Luciano Bivar, presidente do PSL e deputado federal, informa a Folha de S.Paulo.
Os pedidos de buscas foram enviados, de acordo com o jornal, pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público, antes do conflito Bolsonaro e PSL. Foram encaminhados em 21 de agosto.
Em 9 de setembro, na primeira instância da Justiça Eleitoral, a juíza Maria Margarida de Souza Fonseca, do Recife, indeferiu as buscas. O Ministério Público recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em 12 de setembro, destacando a importância da operação.
O aval foi dado pela segunda instância nesta segunda-feira (14), quando seis dos sete juízes do TRE concordaram com a busca e apreensão.