đ„ Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (19) no Mercado Livre
đïž Ver Ofertas no Mercado Livređ„ Confira os Produtos Mais Vendidos desta Domingo (19) na Shopee
đ§Ą Ver Ofertas na ShopeeA defesa de Sergio Moro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento da denĂșncia apresentada contra o parlamentar pela Procuradoria-Geral da RepĂșblica (PGR) por uma piada sobre o ministro do Supremo, Gilmar Mendes.
A apresentação da manifestação do senador atende a uma determinação da ministra do STF CĂĄrmen LĂșcia, relatora do caso.
Em abril, a PGR acionou o STF contra Moro pelo crime de calĂșnia apĂłs declaração do senador sobre Gilmar. Em um evento, Moro brincou e falou em âcomprar um habeas corpusâ do magistrado.
Os advogados do ex-juiz da Lava Jato também argumentaram que, se o entendimento do STF não for pelo arquivamento, o caso deve seguir para as instùncias inferiores da Justiça.
O suposto crime teria ocorrido antes de Moro assumir o mandato no Senado Federal.
âO vĂdeo que originou a autuação do presente processo foi gravado durante uma âfesta juninaâ, provavelmente ocorrida em junho ou julho de 2022, e a sua versĂŁo editada foi divulgada em abril de 2023, ou seja, muito antes de o acusado [Moro] assumir sua função pĂșblica eletiva junto ao Congresso Nacionalâ, afirmam os advogados ao STF.
âA gravação nĂŁo foi realizada por Sergio Moro, nem a pedido deste. NĂŁo foi o acusado que gravou o vĂdeo, tampouco editou, criou, modificou, divulgou ou propagou a versĂŁo falaciosa e descontextualizada das afirmaçÔes que chegaram ao conhecimento de sua excelĂȘncia, o ministro Gilmar Mendes, cujo interesse na apuração do alegado pela Procuradoria-Geral da RepĂșblica na denĂșncia Ă© tambĂ©m do prĂłprio acusadoâ, continuam os defensores do ex-ministro.
A defesa de Moro afirma tambĂ©m que nĂŁo hĂĄ âligaçãoâ entre o fato e a condição de parlamentar que justifique a anĂĄlise do caso pelo STF.
De acordo com os advogados de Moro, âhouve uma inversĂŁo da realidade para incriminar Sergio Moro e fulminar a sua carreia pĂșblica como senadorâ.
Eles tambĂ©m argumentaram ao STF que nĂŁo houve crime na conduta de Moro: âSergio Moro nĂŁo atribuiu a responsabilidade de um acontecimento concreto e criminoso ao ministro Gilmar Mendes. O conceito objetivo do tipo penal resta esvaziado, portantoâ.
âTratou-se de uma fala retirada de contexto e que serviu ao propĂłsito de macular a veracidade dos acontecimentos. AliĂĄs, tĂŁo logo esses fatos se tornaram notĂłrios, Sergio Moro foi a pĂșblico manifestar seu repĂșdio Ă conotação insinuadaâ, completaram.
CaberĂĄ Ă CarmĂ©n LĂșcia analisar a denĂșncia da PGR e a resposta de Moro para decidir se o processo penal terĂĄ prosseguimento.
