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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou neste sábado (22/11) após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, cumprida pela Polícia Federal por volta das 6h no Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico. Em vídeo publicado no Instagram, o parlamentar afirmou que o ministro do STF Alexandre de Moraes estaria tentando concluir o que Adélio Bispo, autor da facada contra Jair Bolsonaro em 2018, começou.
“Não desanimem. O nosso adversário quer que estejamos desesperados. Ele intencionalmente espera que a reação seja o desânimo e o sentimento de que já acabou. Não acabou. Somos corajosos, temos a verdade ao nosso lado e temos os instrumentos. Vamos continuar e, agora mais do que nunca, para se fazer justiça no Brasil, que começa com a pauta da anistia. É chegado o momento de colocar a energia máxima para não permitir mais que o Brasil seja o quintal de ditaduras”, afirmou Eduardo Bolsonaro.
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Em outra publicação, o deputado chamou Moraes de psicopata e questionou a narrativa sobre a vigília de oração organizada pelos filhos do ex-presidente, afirmando que ninguém normal poderia acreditar que Bolsonaro, com a saúde fragilizada, pudesse fugir:
“Ninguém normal pode dizer que um idoso, sequestrado em sua residência, cercado por dezenas de capangas da gestapo alexandrina, com a saúde totalmente debilitada e a necessidade constante de acompanhamento hospitalar devido à tentativa de assassinato de um ex-integrante do PSOL, possa fugir. Ninguém normal pode chamar uma vigília de oração de reunião ilícita que compromete a ordem pública. Esses são argumentos que apenas um psicopata pode usar ou aceitar.”
O parlamentar reiterou que o objetivo do ministro seria “matar o ex-presidente e terminar o serviço que a esquerda já começou”, além de chamar Moraes de “capanga” e acusá-lo de executar o “serviço sujo do regime de exceção que visa tomar o poder e eliminar completamente a oposição política no Brasil”:
“A diferença entre Alexandre e Adélio é apenas dos meios disponíveis para cometer o assassinato. São dois pistoleiros de aluguel, a serviço de criminosos que sequestraram o poder no Brasil”, disse Eduardo.
Não é medida cautelar, prisão preventiva ou qualquer outro termo que os serviçais do regime utilizam para suavizar essa abominação. Precisamos ter a coragem de dizer exatamente o que está acontecendo:
Moraes está tentando terminar o trabalho que Adélio Bispo começou. É uma… pic.twitter.com/TwBq0WIctF
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) November 22, 2025
Eis a íntegra da declaração de Eduardo Bolsonaro:
Não é medida cautelar, prisão preventiva ou qualquer outro termo que os serviçais do regime utilizam para suavizar essa abominação. Precisamos ter a coragem de dizer exatamente o que está acontecendo:
Moraes está tentando terminar o trabalho que Adélio Bispo começou. É uma tentativa de assassinato, nada menos do que isso. Ele matou o Clezão da mesma forma e saiu impune. Precisamos entender que Alexandre de Moraes é um psicopata; aquele assassinato serviu para testar os métodos de execução que estão disponíveis para ele. Qualquer regime de exceção visa eliminar fisicamente seus dissidentes; Alexandre de Moraes apenas segue a cartilha de todo tirano psicopata que veio antes dele.
Ninguém normal pode dizer que um idoso, sequestrado em sua residência, cercado por dezenas de capangas da gestapo alexandrina, com a saúde totalmente debilitada e a necessidade constante de acompanhamento hospitalar devido à tentativa de assassinato de um ex-integrante do PSOL, possa fugir. Ninguém normal pode chamar uma vigília de oração de reunião ilícita que compromete a ordem pública. Esses são argumentos que apenas um psicopata pode usar ou aceitar.
O objetivo de Alexandre de Moraes é bem simples: matar meu pai. Terminar o serviço que a esquerda já tentou. Alexandre de Moraes é, hoje, apenas um capanga que faz o serviço sujo do regime de exceção que visa tomar o poder e eliminar completamente a oposição política no Brasil. A diferença entre Alexandre e Adélio é apenas dos meios disponíveis para cometer o assassinato. São dois pistoleiros de aluguel, a serviço de criminosos que sequestraram o poder no Brasil.
Nada disso irá nos fazer recuar ou desistir. O martírio do meu pai só irá acender a chama da justiça em nossos corações. Todos os envolvidos na atual tentativa de Alexandre de Moraes assassinar o meu pai serão responsabilizados. Que o medo e a covardia não sejam os conselheiros de vocês. Que os omissos e complacentes acordem e se levantem contra a iniquidade. Tenhamos a coragem de enfrentar, eretos, esses criminosos.
Atualmente nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro está proibido de se comunicar com o pai desde 18 de julho, por determinação de Moraes. Na decisão que determinou a prisão do ex-presidente, o ministro cita os filhos Flávio e Eduardo, afirmando que a vigília de orações buscava reviver a dinâmica dos acampamentos que antecederam os atos de 8 de janeiro de 2023, representando risco de reorganização do grupo condenado por tentativa de golpe de Estado.
Além disso, Moraes citou que o grupo articulou a fuga do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), atualmente também nos EUA, reforçando o entendimento do magistrado sobre a necessidade de medidas mais duras para conter ações do grupo.