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Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) se manifestaram, em suas redes sociais, a favor da decisão do governo americano de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas internacionais. O anúncio foi feito um dia após a reunião de Flávio com o presidente Donald Trump na Casa Branca.
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A comemoração de Flávio Bolsonaro
Em vídeo, Flávio agradeceu a Trump e ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e acusou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ser “conivente com o crime organizado”.
“Enquanto Lula foi de joelhos atrás do Trump fazer lobby a favor de CV e PCC, eu foi trabalhar para que eles fossem tratados como terroristas, que é o que eles são”, afirmou o senador.
Apoio de Romeu Zema
O ex-governador de Minas Gerais elogiou Flávio e disse que a decisão dos EUA é bem-vinda.
“A colaboração americana é muito bem-vinda. Flávio foi capaz de fazer aquilo que Lula já deveria ter feito há muito tempo. O governo americano vai intervir no Brasil? Não. Ele vai ajudar a combater facções que extorquem milhões de famílias, que já atuam em muitos outros países e que, a cada dia que passa, se tornam ainda mais fortes nas barbas do Lula.”
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Posicionamento de Ronaldo Caiado
Caiado também apoiou a decisão, mas não fez menção direta a Flávio. Ele criticou a postura do governo Lula em relação às facções criminosas.
“Vocês viram, gente? O governo americano acaba de classificar como terroristas as organizações criminosas do PCC e do Comando Vermelho. E o Lula os classifica como vítimas dos usuários de drogas. Vejam bem a diferença e o absurdo que está acontecendo em nosso país.”
O ex-governador de Goiás afirmou que sua única frustração é não ter chegado à Presidência para que ele próprio tomasse essa atitude.
“Mostrar para o mundo que, no comando de Caiado, realmente não teria espaço para corrupto e muito menos para faccionado no território brasileiro.”
O contexto da decisão dos EUA
O governo dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira (28) que classificará o PCC e o CV como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs) e, a partir de 5 de junho, como “Organizações Terroristas Estrangeiras” (FTOs). A decisão foi comemorada por Flávio Bolsonaro, que disse ter pedido a medida a Trump e Rubio durante viagem a Washington. O governo Lula sempre foi contrário à classificação, alegando riscos à soberania nacional e possíveis impactos econômicos.
