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Os perigos do namoro online são velhos conhecidos, com usuários mentindo sobre idade, profissão e aparência. No entanto, uma nova prática está se popularizando nos aplicativos, sendo menos insidiosa, mas igualmente prejudicial: o “bio-baiting”.
O termo se refere ao ato de “vender uma imagem” no perfil do aplicativo de namoro para parecer mais interessante e atraente. O bio-baiting não é uma mentira descarada, mas um exagero que leva a decepção nos encontros.
O Que é “Bio-Baiting” na Prática?
Um solteiro engajado no “bio-baiting” pode listar diversas atividades que raramente pratica — como esquiar, fazer trilhas, andar a cavalo, ler ou cozinhar — apenas para parecer mais culto e cult.
Embora a pessoa não esteja mentindo per se, ela está induzindo a erro parceiros em potencial, o que resulta em encontros frustrantes e desilusão.
“A decepção de conhecer alguém que não corresponde à sua biografia é uma razão primária para a fadiga dos aplicativos de namoro. Isso erode a confiança e faz com que todo o processo pareça insincero,” disse Sylvia Linzalone, da empresa de dating app Wisp, ao Indy100.
Uma pesquisa recente com usuários do Wisp revelou que 63% “admitiram sentir-se desapontados após conhecerem alguém que não correspondia ao seu perfil cuidadosamente polido”.
Linzalone aconselha os usuários a buscar “especificidades em vez de vaguezas”. Ela sugere que um usuário que se descreve genericamente como “viajante” pode ser um “sinal de alerta”, enquanto “alguém que diz ‘farei trilha nos Andes no próximo mês’ é provavelmente genuíno.”
Tendências Tóxicas em um Mercado de Namoro Estressante
O bio-baiting é apenas uma das mais recentes tendências tóxicas com as quais os solteiros têm de lidar. O guru de relacionamentos reforça que é crucial evitar idealizar um perfil e tentar marcar o encontro presencial o mais rápido possível para evitar a criação de fantasias.
Além do bio-baiting, quem está à procura de um relacionamento também precisa enfrentar outras táticas questionáveis:
- “Monkey-barring”: Refere-se ao ato de se apegar a um parceiro enquanto alguém já está na “fila”, ou seja, usando um parceiro como “macaco em barra” (se agarrando a um enquanto se prepara para pular para o próximo).
- “Shrekking”: É quando uma pessoa “namora para baixo” e se contenta com um parceiro que considera menos atraente na esperança de que, em troca, será tratada de forma significativamente melhor ou será mais valorizada.