Entre nos nossos canais do Telegram e WhatsApp para notícias em primeira mão. Telegram: [link do Telegram]
WhatsApp: [link do WhatsApp]
O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticaram a revisão de dados sobre a pandemia por partde do Ministério da Saúde.
Durante uma live, Maia afirmou que ligou para o secretário-geral da Presidência, ministro Jorge Oliveira, e fez um apelo para que o governo restabeleça os dados, com transparência. Para Maia, as informações são importantes para que prefeiros e governadores tomem decisões no combate à pandemia.
Já na tarde deste sábado, Gilmar Mendes, o tuiteiro, usou o Twitter para fazer críticas e chamou de manipulação a nova metodologia.
“A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários. Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio. #CensuraNao #DitaduraNuncaMais”, escreveu Gilmar em rede social.
A manipulação de estatísticas é manobra de regimes totalitários. Tenta-se ocultar os números da #COVID19 para reduzir o controle social das políticas de saúde. O truque não vai isentar a responsabilidade pelo eventual genocídio. #CensuraNao #DitaduraNuncaMais — Gilmar Mendes (@gilmarmendes) June 6, 2020
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) chamou de “tragédia” e de “pior dos mundos”.
“Me parece que estão querendo fazer uma cirurgia nos números dos protocolos públicos. Não informar significa o Estado ser mais nocivo do que a doença”, disse Mandetta, em uma live da faculdade IDP, de Brasília.
Segundo Bolsonaro, os ajustes feitos pelo Ministério da Saúde são necessários para expor com precisão “o momento do país” e ressaltar que “a maior parcela já não está com a doença”,
Segundo presidente Jair Bolsonaro, os ajustes feitos pelo Ministério da Saúde são necessários para expor com precisão “o momento do país” e ressaltar que “a maior parcela já não está com a doença”,