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Na noite desta terça-feira (26), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou o julgamento de ações que pedem a cassação da chapa vencedora das eleições presidenciais de 2018, formada por Jair Bolsonaro (sem partido) e seu vice, Hamilton Mourão (PRTB).
O vice-procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, representante do Ministério Público, opinou pela improcedência das ações. Ele afirma que não se colheram evidências da repercussão dos disparos no WhatsApp, como hipótese de abuso de poder, mesmo após os compartilhamentos das provas colhidas em inquéritos no Supremo.
Os processos foram movidos pela chapa derrotada nas eleições encabeçada pelo PT que alegam abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação pela chapa Bolsonaro-Mourão. Se isso ocorrer, eles podem perder seus mandatos e ficar inelegíveis para a disputa de 2022.
Uma das ações tem como base reportagem da Folha de S.Paulo que aponta que os acusados teriam contratado empresas de disparo de mensagens em massa com um pacote de postagens contra a chapa adversária formada por Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB) na disputa de 2018.