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O líder da oposição no Senado Federal, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), se manifestou após ser acusado de fraudar assinaturas para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação. Ontem, a senadora Rose de Freitas (MDB-ES) afirmou, que o nome dela constava em uma lista de assinatura, mas que ela não havia assinado.
Assinado em nome da senadora Rose de Freitas, um ofício datado de 4 de abril foi enviado à Secretaria-Geral da Mesa do Senado solicitando “a adição de minha assinatura” ao requerimento de criação da CPI.
Entretanto, um segundo documento, também marcado com a mesma data, pediu “a retirada de minha assinatura” ao mesmo requerimento.
O autor do pedido de criação da CPI do MEC, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que “a senadora ou alguém autorizado por ela” inseriu a assinatura no sistema próprio do Senado, cuja tecnologia “garante a integridade e autenticidade” da manifestação.
“Ora, só requer a retirada de um apoio quem o oferecera legitimamente antes, de modo a nos causar perplexidade a alegação de que o primeiro requerimento resultaria de fraude. Tal alegação, para além de soar francamente inverossímil, não se faz acompanhar de qualquer evidência e, como orienta o melhor direito, quem alega uma falsidade deve comprová-la de modo circunstanciado”, disse o senador no ofício.
“A senadora requereu apuração do caso. Quero dizer que solicitarei igualmente ao serviço de informática do Senado os registros de acesso (logs) e o endereço de IP (internet protocol) que evidenciem de onde partiram tais requerimentos”, acrescentou.