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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou nesta terça-feira (19) que está analisando a possibilidade de viajar aos Estados Unidos em setembro, mesmo com as recentes sanções aplicadas pelo governo de Donald Trump à sua esposa e filha.
Padilha foi convidado para a Assembleia Geral da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Washington, e para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O ministro, que é alvo das sanções por ter participado da criação do programa Mais Médicos, teve o visto renovado, mas os documentos de sua esposa e filha, de 10 anos, foram cancelados no dia 15 de agosto.
Segundo o ministro, a decisão de viajar dependerá de “conflitos de agenda”. Ele ressaltou que, por se tratarem de compromissos oficiais, um “acordo de sede” — um tratado que garante o acesso de autoridades convidadas — deve ser respeitado. “Se eu tiver que ir, você tem um acordo de sede. Um país, num acordo de sede, tem que cumprir regras. Uma delas é garantir o acesso das autoridades que são convidadas”, disse Padilha.
O ministro também mencionou que sua família usava o visto para visitar uma madrasta e um irmão que são cidadãos americanos. “Tenho uma madrasta americana e um irmão que é cidadão americano. Uma sobrinha também. Esse era o único motivo pelo qual elas [esposa e filha] tinham visto para ir para lá”, completou.