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Os médicos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgaram, neste sábado (27), uma nova atualização sobre o estado de saúde dele após a realização de mais um procedimento médico para tentar conter uma crise persistente de soluços. Segundo a equipe médica, Bolsonaro poderá passar por uma nova intervenção na próxima segunda-feira (29), a depender da resposta ao tratamento atual.
De acordo com os médicos, o ex-presidente apresentou, durante a madrugada, uma nova crise de soluços, mais intensa e prolongada, o que o impediu de dormir. Diante do quadro, a equipe decidiu realizar um bloqueio do nervo frênico na tarde deste sábado. O procedimento ocorreu dois dias após a cirurgia para correção de hérnias, realizada na quinta-feira (25), feriado de Natal.
A realização da nova intervenção foi divulgada nas redes sociais pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que pediu orações pela recuperação do marido. Em publicação, ela afirmou que Bolsonaro havia sido levado ao centro cirúrgico para o procedimento e destacou que o ex-presidente enfrenta há cerca de nove meses crises frequentes de soluços. Cerca de 35 minutos depois, Michelle informou que a cirurgia havia sido concluída.
Também pelas redes sociais, o vereador Jair Renan Bolsonaro (PL) relatou que, ao chegar ao hospital, encontrou o pai sendo levado para o centro cirúrgico. Ele afirmou que não pôde acompanhar o procedimento e criticou a presença de policiais no local.
Bolsonaro permanece internado desde a cirurgia de reparação de hérnia inguinal bilateral. Segundo o médico cardiologista Brasil Ramos Caiado, o ex-presidente passou a noite anterior soluçando e teve dificuldade para dormir, mesmo após ajustes na medicação voltada ao controle do soluço e do refluxo gastroesofágico.
Antes da nova intervenção, Bolsonaro havia iniciado reabilitação com fisioterapia e seguia tratamento farmacológico para prevenção de trombose. A necessidade do bloqueio do nervo frênico foi confirmada em perícia médica realizada pela Polícia Federal (PF).
No parecer, a junta médica avaliou que o procedimento é “tecnicamente pertinente” e recomendou que fosse realizado o mais breve possível, em razão da falta de resposta a tratamentos anteriores, da piora do sono e da alimentação e do aumento do risco de complicações associadas ao quadro herniário, provocado pelo aumento da pressão intra-abdominal.
