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Segue uma nova matéria jornalística, com redação original e linguagem profissional, baseada nas informações fornecidas:
Banco Central recorre ao TCU contra inspeção no caso Master e pede análise colegiada
O Banco Central (BC) apresentou recurso contra a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), que autorizou a realização de uma inspeção em documentos relacionados ao caso Master nas dependências da autoridade monetária.
No pedido, o BC solicita que o tema seja apreciado pela Primeira Câmara do TCU, e não apenas de forma individual pelo relator. A avaliação interna do órgão é de que a decisão de Jhonatan de Jesus não conta com o respaldo da maioria dos ministros que compõem o colegiado.
No despacho, o Banco Central argumenta que não há menção, na decisão do ministro, a uma deliberação formal da Primeira Câmara determinando a inspeção. Segundo o órgão, essa omissão precisa ser esclarecida para garantir a regularidade do procedimento.
“Tendo em vista que não há, na decisão monocrática proferida por Vossa Excelência, indicação de deliberação da Primeira Câmara do TCU determinando a realização de inspeção no BCB, serve-se esta Autarquia dos presentes embargos de declaração para solicitar que tal omissão seja sanada”, afirma o BC no documento.
A Primeira Câmara do TCU é formada pelos ministros Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Jhonatan de Jesus, Augusto Sherman Cavalcanti, Weder de Oliveira e Walton Alencar Rodrigues, que preside o colegiado.
Internamente, o Banco Central interpreta a atuação do TCU como parte de uma pressão política para tentar reverter a liquidação do Master. Paralelamente, o caso também é alvo de apuração no Supremo Tribunal Federal (STF), sob condução do ministro Dias Toffoli, o que amplia o embate institucional em torno do tema.