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🧡 Ver Ofertas na ShopeeA BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, quer oferecer aos investidores uma forma de se protegerem das oscilações de preço do bitcoin. Na segunda-feira (19), a empresa protocolou o pedido de criação do iShares Bitcoin Managed Protect ETF, que daria exposição aos ganhos da criptomoeda enquanto busca limitar perdas quando ela cai.
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“O Fundo busca proporcionar exposição positiva ao iShares Bitcoin Trust ETF e/ou exposição similar a bitcoin até um limite aproximado, enquanto procura oferecer um nível de proteção contra quedas”, afirmou a BlackRock no documento.
O fundo proposto seria baseado no iShares Bitcoin Trust (IBIT), carro-chefe da gestora, que administra mais de US$ 65 bilhões em ativos e é o maior dos ETFs de bitcoin à vista lançados nos Estados Unidos em 2024.
Experiência da Calamos
A iniciativa da BlackRock segue o exemplo da Calamos Investments. O Bitcoin Structured Alt Protection ETF – October (CBOO), da firma sediada em Naperville, Illinois, caiu apenas 1% desde o início de seu período de proteção de um ano, em outubro de 2025, segundo um porta-voz da Calamos. A maior criptomoeda, em contraste, despencou até 52% de seu recorde de cerca de US$ 126 mil.
A Calamos estreou seus três primeiros ETFs de bitcoin protegidos no início de 2025, oferecendo aos investidores a escolha entre proteção total contra quedas e fundos que limitam perdas a 10% ou 20% em um período definido. A estratégia coloca cerca de 90% dos ativos dos fundos em títulos do Tesouro dos EUA e usa o restante para comprar opções ligadas ao bitcoin. A estrutura permite que os investidores se beneficiem quando o bitcoin sobe, até um teto definido, enquanto limita perdas em um período determinado.
Matt Kaufman, chefe de ETFs da Calamos, disse em maio que os fundos de bitcoin protegidos atraíram entre US10milho~eseUS 15 milhões em várias semanas, mesmo com os ETFs de bitcoin à vista registrando saídas.
A BlackRock também tem buscado alternativas além dos fundos que acompanham o preço do bitcoin. Em junho, lançou o Bitcoin Premium Income Fund (BITA), que detém bitcoin e cotas do IBIT enquanto vende opções de compra em cerca de 25% a 35% de seu portfólio para gerar renda mensal.
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