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O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, atualmente cumprindo pena na Papudinha, em Brasília, foi encaminhado ao hospital na manhã desta sexta-feira (13). A informação foi divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em publicação na rede social X, afirmando que seu pai apresentava “calafrios e vomitou bastante”.
“Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez… Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante. Peço orações para que não seja nada grave”, escreveu o parlamentar.
Flávio Bolsonaro reforçou o pedido: “Peço orações para que não seja nada grave”. O ex-presidente cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar em Brasília e conta com acompanhamento médico 24 horas por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na última semana, o STF decidiu, por unanimidade, manter Bolsonaro preso na Papudinha. Os advogados do ex-presidente alegaram que ele possui “saúde delicada” e sofre de várias doenças graves, solicitando sua transferência para prisão domiciliar. A Primeira Turma do Supremo, porém, rejeitou o pedido, confirmando a decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Em sua decisão, Moraes destacou que “uma perícia médica da Polícia Federal concluiu que Bolsonaro pode receber os cuidados hospitalares necessários na própria Papudinha e que não cumpre os requisitos para prisão domiciliar”.
O ex-presidente faz uso de um aparelho para tratar apneia do sono e de um medicamento para suprimir a produção de ácido gástrico, devido a queixas de refluxo e soluços, consequência de múltiplas cirurgias abdominais após ter sido esfaqueado na campanha de 2018.
No início de março, Moraes voltou a negar pedido de transferência para prisão domiciliar, afirmando que a penitenciária atende “integralmente” às necessidades médicas de Bolsonaro e permite “numerosas visitas de familiares, amigos, parentes e aliados políticos”.
De acordo com os registros, de 15 de janeiro a 2 de março, Bolsonaro recebeu atendimento médico diário em 144 ocasiões, média de três vezes ao dia, além de 13 sessões de fisioterapia e 13 caminhadas pelas dependências do batalhão, contabilizadas como atividade física.