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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) concluiu que o cão Orelha morreu devido a uma condição grave e preexistente, e não por suposta agressão de adolescentes. O órgão pediu o arquivamento do caso à Justiça. A informação foi divulgada nesta terça-feira (12).
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A decisão ocorreu após análise de quase dois mil arquivos, incluindo laudos técnicos, vídeos, imagens e dados apreendidos.
Divergência na linha do tempo
A Polícia Civil havia sustentado que um adolescente, apontado como responsável pela agressão, e o cachorro teriam ficado ao mesmo tempo na praia por cerca de 40 minutos. No entanto, a reanálise do material apontou inconsistências temporais que, segundo o MPSC, “modificaram substancialmente essa narrativa”.
O MPSC identificou uma defasagem de cerca de 30 minutos entre os horários registrados por câmeras públicas e privadas. Essa diferença “é nitidamente perceptível pelas condições de luminosidade solar” e foi confirmada em perícia da Polícia Científica.
Cão não estava na praia
Segundo o MPSC, não há qualquer registro que comprove que o cão Orelha estava na Praia Brava na data da suposta agressão. Testemunhas ouvidas na investigação também confirmaram essa versão.
Próximos passos
Os promotores se manifestaram à Justiça na sexta-feira (8) em 170 páginas, com dez tópicos contendo razões jurídicas e provas, pedindo o arquivamento do processo e a adoção de outras providências.
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