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A Polícia Civil de São Paulo apura as circunstâncias da morte de uma mulher após um episódio ocorrido na piscina de uma academia no Parque São Lucas, na Zona Leste da capital. A vítima, a professora Juliana Faustino Bassetto, passou mal depois de nadar no local e não resistiu.
De acordo com o boletim de ocorrência, Juliana e o marido utilizavam a piscina no sábado (7) quando perceberam um cheiro e gosto incomuns na água. Após a atividade, ambos relataram mal-estar e informaram o professor responsável pela área.
O casal procurou atendimento médico no Hospital Santa Helena, em Santo André. Durante a internação, o estado de saúde de Juliana se agravou e ela sofreu uma parada cardíaca, vindo a morrer. O marido permanece internado em estado grave. Além dele, um adolescente segue hospitalizado na Vila Alpina. Outras duas pessoas também passaram mal, mas já receberam alta médica.
A principal linha de investigação é a possibilidade de vazamento de cloro ou falha na dosagem de produtos químicos utilizados na manutenção da piscina. Peritos analisam se houve uso de substâncias irregulares no tratamento da água. A Vigilância Sanitária foi acionada para vistoriar as instalações.
Segundo o delegado Alexandre Bento, titular do 42º Distrito Policial, os responsáveis pela academia fecharam o estabelecimento e deixaram o local sem comunicar a polícia. Para permitir o trabalho do Instituto de Criminalística e do Corpo de Bombeiros, foi necessário arrombar o imóvel.
O caso foi registrado como morte suspeita e perigo para a vida ou saúde de outrem. A Polícia Civil informou que já iniciou diligências para localizar e intimar os proprietários e gerentes da academia, que deverão prestar esclarecimentos.
Em nota, a direção da academia C4 GYM afirmou que lamenta profundamente o ocorrido, disse que prestou atendimento imediato aos envolvidos e que mantém contato com as vítimas e familiares para oferecer suporte. A empresa também declarou que está colaborando integralmente com as autoridades.
