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A Folha de São Paulo noticiou e O Antagonista repercutiu:
a Lava Jato se aproxima de Dilma Rousseff.
Pelo menos é o que se pode concluir com base nas duas últimas fases da operação, concentradas em pessoas ligadas à ex-presidente, além de tratar do financiamento das suas duas campanhas presidenciais.
Já são mais de dois anos desde que a marqueteira Mônica Moura jogou tudo o que sabia no ventilador, desde as malas de dinheiro viajando de lá pra cá e entregues em hotéis, até o estratagema banal utilizado entre ela e sua “chefe” de então para se comunicarem sem o risco de serem interceptadas:
uma mera conta de e-mail em que escreviam mensagens, mas não enviavam; como apenas as duas tinham a senha, acessavam os recados – sempre escritos de maneira cifrada – de uma para a outra na pasta de rascunhos e depois os descartavam.
E a tal conta, batizada por Dilma como 2606iolanda@gmail.com, era um detalhe curioso e ao mesmo tempo macabro na história: “Iolanda” era uma referência a Iolanda Gibson Barbosa da Costa e Silva, esposa do general Artur da Costa e Silva, segundo presidente da ditadura militar, no período entre 1967 e 1969;
e “2606”, uma alusão ao dia 26 de Junho de 1968, data em que a Vanguarda Popular Revolucionária, grupo terrorista do qual Dilma participava, praticou o célebre atentado contra o quartel do II Exército em São Paulo, que resultou na morte do recruta Mario Kozel Filho, de 18 anos à época.
Desde a divulgação do depoimento de Mônica Moura, temos a certeza de que Dilma Rousseff é, além de tudo o que já sabíamos, uma pessoa presa a seu passado sombrio e com traços de psicopatia.
Sobre a Lava Jato, um palpite:
como fica a cada dia mais evidente que o futuro da operação é incerto e que nunca – nem mesmo nos anos petistas – se teve a impressão tão clara de que um grande acordão vem sendo costurado – entre executivo, legislativo e judiciário – para enfraquecê-la, neutralizá-la ou mesmo extingui-la, acredito que a Força Tarefa tenderá a apressar o passo pelos próximos tempos, objetivando o indiciamento de investigados de peso.
A Lava Jato não pode acabar sem pegar Dilma.