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A Federação de Futebol do Irã confirmou que sua seleção jogará a Copa do Mundo de 2026, desde que os países anfitriões – Estados Unidos, México e Canadá – aceitem suas condições de participação. A informação foi divulgada no site da federação neste sábado (9).
O torneio será realizado entre 11 de junho e 19 de julho. O Irã estabelecerá sua base em Tucson, no Arizona, e estreará contra a Nova Zelândia no dia 15 de junho, em Los Angeles.
As exigências do Irã
Entre os requisitos apresentados pela federação iraniana estão:
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Garantia de vistos para todos os integrantes da delegação (jogadores e comissão técnica)
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Atenção especial a jogadores que cumpriram serviço militar no Cuerpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI) , como Mehdi Taremi e Ehsan Hajsafi
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Respeito à bandeira e hino nacional do Irã
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Medidas de segurança reforçadas
O problema com vistos
O CGRI foi classificado como organização terrorista pelo Canadá em 2024. Em maio, autoridades canadenses negaram a entrada de dirigentes iranianos no país. Os EUA também classificam o CGRI como organização terrorista.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que os jogadores iranianos serão admitidos em território americano, mas deixou aberta a possibilidade de negar vistos a membros da delegação com laços com o CGRI.
O que diz o Irã
A federação iraniana declarou: “Nenhuma potência externa pode privar o Irã de sua participação em uma Copa para a qual se classificou com mérito.”
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o Irã jogará suas partidas nos Estados Unidos conforme programado.
Contexto de tensão
A exigência do Irã ocorre em meio a um cenário de alta tensão entre os dois países, com combates recentes no Estreito de Ormuz e negociações diplomáticas em andamento.
O presidente Donald Trump aguarda a resposta do Irã a uma proposta de paz americana, enquanto considera alternativas como o “Projeto Liberdade Plus”. A negociação tem mediação do Paquistão e do Catar.
Escalada de represálias
Segundo fontes oficiais citadas por meios locais, um caça americano inutilizou dois petroleiros de bandeira iraniana na madrugada de sexta-feira (8) no Golfo de Omã, o que desencadeou ataques de resposta da marinha iraniana. Ambas as partes afirmaram que o cessar-fogo se mantém.















































