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A apresentadora da Sky News Australia, Rita Panahi, chocou os telespectadores ao dirigir um xingamento direto ao líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, após sua morte, pronunciando a frase em persa: “Filho da… queime no inferno!” O momento foi exibido durante um comentário sobre o Irã no sábado e rapidamente se tornou viral nas redes sociais. (Vídeo no final da matéria).
O vídeo, compartilhado em diversas contas no X, trazia a legenda na tela: “RITA’S TAKE ON STRIKES ON IRAN” (A opinião de Rita sobre os ataques ao Irã). Panahi iniciou sua análise dizendo:
“Este será o editorial mais curto que já fiz. Tudo o que tenho a dizer é que, após 47 anos de tirania islâmica, o ditador está morto e o Irã está prestes a ser libertado.”
A jornalista também elogiou o presidente Donald Trump por sua “coragem” ao autorizar a ação militar conjunta entre Estados Unidos e Israel, que atingiu o complexo fortificado de Khamenei em Teerã. Segundo relatos da mídia iraniana e ocidental, a ofensiva matou cerca de 40 altos funcionários do regime.
Rita Panahi, comentarista de longa data e apresentadora do programa The Rita Panahi Show, nasceu em Pine Bluff, nos Estados Unidos, de pais iranianos, e passou parte da infância em Teerã antes que sua família emigrasse para Melbourne como refugiada em 1984. Ao longo dos anos, Panahi tem criticado com frequência o regime iraniano, especialmente em relação ao tratamento das mulheres.
No vídeo, Panahi aparece sentada no estúdio da Sky News, flanqueada por dois comentaristas, enquanto proferia a frase em persa. A marca do programa — “REAL NEWS, HONEST VIEWS” — aparecia na tela durante o segmento.
Ainda não ficou claro se o comentário foi feito ao vivo ou durante uma gravação, e a Sky News Australia não se pronunciou publicamente sobre o vídeo viral.
Panahi também apresenta os segmentos Lefties Losing It e participa do programa dominical Outsiders, mantendo grande presença nas redes sociais, com mais de 500 mil seguidores no X. Seus comentários frequentemente misturam política externa, debates culturais e críticas contundentes à política progressista, já tendo gerado controvérsias anteriores, como uma coluna de 2015 criticando o Islã e uma correção no ar em 2024 sobre uma informação falsa ligada a um anúncio político nos EUA.
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