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A comentarista conservadora americana Candace Owens afirmou que o presidente da França, Emmanuel Macron, teria autorizado sua assassinato. A declaração foi feita na sexta-feira (22) em uma postagem na rede social X, em meio a um processo judicial movido pela família Macron.
Owens, influente youtuber e podcaster nos Estados Unidos, enfrenta uma disputa na Justiça francesa após lançar, no início deste ano, a série “Becoming Brigitte”. No conteúdo, ela alega que a primeira-dama Brigitte Macron seria uma mulher trans e teria nascido homem, além de sugerir que teria parentesco sanguíneo com o presidente francês. O podcast também afirma que Macron teria participado de um suposto programa de controle mental da CIA.
As acusações foram rebatidas pela família Macron, que abriu um processo por difamação, classificando as alegações como “fantasias absurdas, difamatórias e totalmente inverossímeis.”
Na publicação feita na sexta-feira, Owens afirmou ter sido procurada por “um funcionário de alto escalão do governo francês”, que teria informado que “os Macron executaram e pagaram” pela organização de um atentado contra ela e contra o jornalista francês Xavier Poussard.
Poussard, ex-editor do Faits et Documents, já havia divulgado uma teoria de que Brigitte Macron, nascida Trogneux, teria morrido jovem e sido substituída pelo próprio irmão, Jean-Michel Trogneux, que teria mudado de gênero antes de se casar com Emmanuel Macron.
Owens disse ainda que, segundo a suposta fonte, o plano teria sido encaminhado a uma equipe especializada da Gendarmaria Nacional (GIGN). Ela afirmou que “um israelense” faria parte desse grupo e que os preparativos teriam sido “formalizados”.
— “Isso é extremamente sério. O chefe de Estado da França aparentemente quer nós dois mortos e autorizou unidades profissionais para realizar isso.” — escreveu Owens.
As teorias sobre a identidade de Brigitte Macron circulam desde 2021, quando criadoras de conteúdo na França levantaram versões semelhantes. Em 2024, Macron venceu um processo judicial sobre o caso, mas a decisão foi revertida por uma corte de apelação em julho de 2025.
Até o momento, nem o governo francês nem o Palácio do Eliseu comentaram as novas acusações feitas por Owens.