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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou publicamente França e Reino Unido por não se juntarem à ofensiva contra o Irã. Em publicações na rede Truth Social, o republicano afirmou que os países europeus precisam assumir maior responsabilidade em conflitos internacionais.
Trump também mencionou o impacto do fechamento do Estreito de Ormuz, sugerindo que nações afetadas pela escassez de combustível busquem alternativas. “Comprem dos Estados Unidos, temos de sobra”, escreveu. Em tom mais duro, acrescentou: “Vocês terão que começar a aprender a lutar por si mesmos, os EUA não estarão mais lá para ajudá-los”.
O presidente norte-americano ainda criticou a decisão da França de impedir o sobrevoo de aviões com suprimentos militares destinados a Israel. Segundo ele, a atitude foi “MUITO POUCO ÚTIL” diante do cenário do conflito. “Os Estados Unidos vão se lembrar disso”, alertou.
Trump também afirmou que o Irã foi “essencialmente dizimado” após a intervenção militar e declarou que a fase mais difícil da ofensiva já teria sido superada. “Vão buscar o próprio petróleo”, disse, reforçando a ideia de que aliados devem reduzir a dependência de Washington.
Na segunda-feira, Trump divulgou um vídeo de 32 segundos mostrando uma explosão de grande magnitude. As imagens exibem uma bola de fogo seguida por uma densa nuvem de fumaça, mas não trazem informações sobre local, data ou alvos atingidos.
Relatos de veículos internacionais indicam que o material pode estar relacionado a explosões registradas em Isfahan, no centro do Irã. No entanto, não há confirmação oficial sobre a origem do vídeo nem sobre possíveis danos ou responsáveis pelo ataque.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que a guerra contra o Irã já ultrapassou metade dos objetivos estratégicos definidos.
“Está definitivamente mais além da metade do caminho. Mas não quero colocar um calendário”, declarou. Ele explicou que a avaliação se baseia no cumprimento de metas militares, e não em prazos.
Segundo Netanyahu, as operações têm como foco reduzir as capacidades do Irã, incluindo sua estrutura militar, sistema de mísseis e programa nuclear.
