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Ricardo Salles afirmou, em entrevista ao UOL, divulgada nesta sexta-feira (29), que não é possível dizer que o volume de óleo que atinge o litoral brasileiro desde o fim de agosto está próximo do fim.
“As estatísticas mostram que o volume de óleo já reduziu bastante e que os pontos de toque de óleo na costa também já reduziram. Mas, como não se sabe exatamente quanto de óleo foi derramado e em quais circunstâncias, você não consegue ter a certeza de dizer que já se exauriu”, disse.
“O governo federal utilizou todos os mecanismos disponíveis desde o começo. A varredura daquela região é muito complicada, porque não há satélites o tempo todo voltados para lá e que não tem um sistema de radar. Para você identificar de onde veio aquele óleo, é uma grande dificuldade, sobretudo esse óleo especial que vem abaixo do nível da superfície, a um metro e meio. A identificação da origem desse óleo envolve o rastreamento dos navios que passaram na costa e a análise dos portos por onde esses navios passaram e que se abasteceram. E nós não tivemos colaboração do país de origem do óleo, a Venezuela”, explicou Salles.
Perguntado sobre as metas do governo para diminuir o desmatamento em 2020, o ministro respondeu:
“Qualquer número abaixo do que foi este ano terá sido uma conquista, uma vez que a tendência é de subida. Para reverter uma tendência de sete anos, é preciso ter uma boa estratégia. Que reversão é essa? Nós vamos ver. O importante é ter algo que seja sustentável, que perdure no tempo.”