🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (05) no Mercado Livre 🛍️ Ver Ofertas no Mercado Livre
🔥 Confira os Produtos Mais Vendidos desta Segunda-feira (05) na Shopee
🧡 Ver Ofertas na ShopeeA defesa de Jair Bolsonaro (PL) pediu nesta segunda-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorize o senador Flávio Bolsonaro (PL) a visitar o pai antes do fim da suspensão de 90 dias imposta ao parlamentar. O pedido foi apresentado um dia após Flávio avançar ao segundo turno da eleição presidencial, em que enfrentará Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A suspensão das visitas foi determinada em julho, quando Moraes concluiu que o senador havia sido usado como intermediário para divulgar uma manifestação de teor político-eleitoral escrita pelo ex-presidente. A restrição ao senador termina em 11 de outubro.
Pedidos da defesa
Na petição, a defesa pede, como pedido principal, o restabelecimento do regime ordinário de visitas a Bolsonaro. Os advogados argumentam que já decorreu período significativo desde a adoção das restrições e que não houve novos episódios que justifiquem a manutenção do regime excepcional.
Como pedido alternativo, solicitam que Moraes autorize, em caráter excepcional, uma única visita de Flávio antes de 11 de outubro. Segundo a defesa, o encontro teria natureza “exclusivamente familiar” e ocorreria em data e horário previamente combinados com o local onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
Os advogados também ressaltam que faltam poucos dias para o fim da proibição. O segundo turno da eleição presidencial está marcado para 25 de outubro.
Entenda a restrição
Em 13 de julho, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao pai. A decisão veio após o senador tornar pública uma carta redigida pelo ex-presidente na qual empodera o filho como porta-voz na disputa eleitoral deste ano.
Na decisão, Moraes ressaltou que uma das medidas cautelares contra o ex-presidente era a proibição “de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros”.
“Não há dúvidas, portanto, de que a conduta irregular de Flávio Bolsonaro desrespeitou expressa vedação judicial e configurou ostensivo desvio de finalidade no exercício de seu direito de visita”, afirmou o ministro.




































































